terça-feira, 24 de agosto de 2010

Canto da PAZ

Rap da PazJacky

A paz do nosso mundo tem que estar...
A paz do nosso mundo tem que estar...
Olho as estrelas lá do céu
E desenho a Via Láctea no Papel
Toda Beleza que no mundo Deus criou
O universo, o amor, até quem eu sou
Vejo a natureza e sua cor
Amarelo lá do sol com seu calor
Verde é plantinha, colorida é a minha flor
Vermelho, azul e branco, quero a paz que Deus criou!

A paz do nosso mundo tem que estar...
A paz do nosso mundo tem que estar...
Penso no futuro do meu país
E desenho a bandeira com um giz
Branco, azul e verde, amarelo e muito amor
Brasil, Terra da gente, sim Senhor!
Mas o homem bem atento tem que entender
Que o mundo para todos bom tem que ser
Nem guerra e violência pra gente sofrer

A paz que Deus criou tem que vencer
A paz do nosso mundo tem que estar...
A paz do nosso mundo tem que estar...
(A paz, A paz, a paz...)
A paz do nosso mundo tem que estar...
A paz do nosso mundo tem que estar...
Penso no futuro do meu país
E desenho a bandeira com um giz
Branco, azul e verde, amarelo e muito amor
Brasil, Terra da gente, sim Senhor!
Mas o homem bem atento tem que entender
Que o mundo para todos bom tem que ser
Nem guerra e violência pra gente sofrer

A paz que Deus criou tem que vencer
A paz do nosso mundo tem que estar...
A paz do nosso mundo tem que estar...
(A paz, A paz, a paz...)
A paz do nosso mundo tem que estar...
A paz do nosso mundo tem que estar...
(A paz, A paz, a paz...)
A paz...

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Educador da PAZ


"A educação é a arma mais forte que você pode usar para mudar o mundo."


Nelson Rolihlahla Mandela é um importante líder político da África do Sul, que lutou contra o sistema de apartheid no país. Nasceu em 18 de julho de 1918 na cidade de Qunu (África do Sul). Mandela, formado em direito, foi presidente da África do Sul entre os anos de 1994 e 1999.
Luta contra o apartheidO apartheid, que significa "vida separada", era o regime de segregação racial existente na África do Sul, que obrigava os negros a viverem separados. Os brancos controlavam o poder, enquanto o restante da população não gozava de vários direitos políticos, econômicos e sociais. Ainda estudante de Direito, Mandela começou sua luta contra o regime do apartheid. No ano de 1942, entrou efetivamente para a oposição, ingressando no Congresso Nacional Africano (movimento contra o apartheid). Em 1944, participou da fundação, junto com Oliver Tambo e Walter Sisulu, da Liga Jovem do CNA.Durante toda a década de 1950, Nelson Mandela foi um dos principais membros do movimento anti-apartheid. Participou da divulgação da “Carta da Liberdade”, em 1955, documento pelo qual defendiam um programa para o fim do regime segregacionista.

"Sonho com o dia em que todas as pessoas levantar-se-ão e compreenderão que foram feitos para viverem como irmãos." - "Uma boa cabeça e um bom coração formam uma formidável combinação."

Mandela sempre defendeu a luta pacífica contra o apartheid. Porém, sua opinião mudou em 21 de marco de 1960. Neste dia, policiais sul-africanos atiraram contra manifestante negros, matando 69 pessoas. Este dia, conhecido como “O Massacre de Sharpeville”, fez com que Mandela passasse a defender a luta armada contra o sistema.

Em 1961, Mandela tornou-se comandante do braço armado do CNA, conhecido como "Lança da Nação". Passou a buscar ajuda financeira internacional para financiar a luta. Porém, em 1962, foi preso e condenado a cinco anos de prisão, por incentivo a greves e viagem ao exterior sem autorização. Em 1964, Mandela foi julgado novamente e condenado a prisão perpétua por planejar ações armadas.Mandela permaneceu preso de 1964 a 1990. Neste 26 anos, tornou-se o símbolo da luta anti-apartheid na África do Sul. Mesmo na prisão, conseguiu enviar cartas para organizar e incentivar a luta pelo fim da segregação racial no país. Neste período de prisão, recebeu apoio de vários segmentos sociais e governos do mundo todo. Com o aumento das pressões internacionais, o então presidente da África do Sul, Frederik de Klerk solicitou, em 11 de fevereiro de 1990, a libertação de Nelson Mandela e a retirada da ilegalidade do CNA (Congresso Nacional Africano). Em 1993, Nelson Mandela e o presidente Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da Paz, pelos esforços em acabar com a segregação racial na África do Sul.Em 1994, Mandela tornou-se o primeiro presidente negro da África do Sul. Governou o país até 1999, sendo responsável pelo fim do regime segregacionista no país e também pela reconciliação de grupos internos. Com o fim do mandato de presidente, Mandela afastou-se da política dedicando-se a causas de várias organizações sociais em prol dos direito humanos. Já recebeu diversas homenagens e congratulações internacionais pelo reconhecimento de sua vida de luta pelos direitos sociais. Dia Internacional de Nelson Mandela
- A partir de 2010, será celebrado em 18 de julho de cada ano o Dia Internacional de Nelson Mandela.
A data foi definida pela Assembléia Geral da ONU e corresponde ao dia de seu nascimento. Fonte: suapesquisa.com

Educadora da PAZ


Não há paz sem evolução dos direitos humanos.

Ativista dos direitos humanos guatemalteca nascida em Chimel, (Uspantán, El Quiché, 9 de janeiro de 1959),pequeno povoado localizado ao norte da Guatemala, Prêmio Nobel da Paz (1992) que de origem de uma família de camponeses índios e pobres, mostrou ao mundo a antiga cultura Maia-Quichéo. Cresceu trabalhando na fazenda familiar, ou nos altiplanos do norte onde a família dela viveu, ou na costa de Pacífico onde adultos e crianças iam colher café nas grandes plantações. Ainda adolescente foi envolvida em atividades de reforma sociais promovidas pela Igreja católica, e destacou-se no movimento de propriedade das mulheres.
"Una mujer con imaginación es una mujer que no sólo sabe proyectar la vida de una familia, la de una sociedad, sino también el futuro de un milenio" (Rigoberta Menchú, Premio Nobel de la Paz 1992).
Seu trabalho de reforma despertou a oposição dos poderosos, especialmente depois que uma organização de guerrilha se estabelecesse na área e sua família oi acusada de integrar atividades subversivas. Seu pai, Vicente Menchú, foi preso e torturado e depois da liberação, ajudou a fundar o Comitê da União de Camponês (CUC), organização que a filha também filiou-se (1979), infeliz ano em que seu irmão foi preso, torturado e morto pelo exército. No ano seguinte, foi a vez de seu pai quando forças de segurança atacaram violentamente a Embaixada espanhola, onde ele e alguns outros camponeses estavam instalados.
Pouco depois sua mãe também morreu depois de ter sido presa, torturada e humilhada ao extremo. A jovem ativista no entanto não desistiu da luta na CUC, e aprendeu espanhol como também outros idiomas maias além do Quichéo nativo dela. Figurou como organizadora proeminente de uma greve promovida pelo CUC (1980) e reivindicou melhores condições para os trabalhadores de fazendas na costa do Pacífico, e no dia 1 de maio (1981), encabeçou grandes manifestações na capital de seu país. Filiou-se à radical Frente Popular 31º de janeiro, onde sua contribuição principal consistiu em educar a população índia de camponeses à resistir a opressão militar.
Perseguida, escondeu-se na Guatemala (1981), e conseguiu fugir para o México, feito que marcou o começo de uma nova fase na sua vida. Tornou-se organizadora no estrangeiro da resistência contra a opressão na Guatemala e a luta para direitos humanos dos índios camponeses. Foi uma das fundadoras da frente de oposição comum ao governo guatemalteco, a Representação Unida da Oposição Guatemalteca, a RUOG (1982). No ano seguinte, ela contou a história de vida dela a Elisabeth Burgos Debray, cujo livro resultante, chamado o inglês, I, Rigoberta Menchú (1983), tornou-se um documento humano que atraiu a atenção internacional.
Tornou-se membro do Comitê Coordenando Nacional do CUC (1986), e o ano seguinte ela narrou um importante filme chamado Quando as Montanhas Tremem, sobre as lutas e sofrimentos dos descendentes maias. Em pelo menos três ocasiões, voltou à Guatemala para lutar pela causa dos camponeses índios, mas ameaças de morte a forçaram a voltar ao exílio. Durante os anos, tem se tornado extensamente conhecida como defensora da propriedade índia e reconciliação étnica-cultural, não só na Guatemala, mas em outros países latinos, e seu trabalho tem sido reconhecido e ganhou vários prêmios internacionais. Fonte: Brasil escola

Educadora da PAZ


"Tem sempre presente que a pele se enruga, que o cabelo se torna branco, que os dias se convertem em anos, mas o mais importante mão muda: tua força interior".
Madre Teresa de Calcutá
27/8/1910, Skopje, Macedônia5/9/1997, Calcutá, Índia
Madre Teresa de Calcutá dedicou sua vida ao auxílio dos pobres e famélicos
"Quem quiser ser o primeiro entre vós, faça-se servo de todos (Mc, 10, 44). Estas palavras de Jesus aos discípulos indicam qual é o caminho que leva à grandeza evangélica. Madre Teresa de Calcutá, fundadora dos Missionários e das Missionárias da Caridade, que hoje tenho a alegria de inscrever no Álbum dos Beatos, deixou-se guiar por esta lógica.Ícone do Bom Samaritano, ela ia a toda parte para servir Cristo nos mais pobres entre os pobres." Esse é um trecho da homilia do Papa João Paulo 2o durante o ritual de beatificação de Madre Teresa de Calcutá, em outubro de 2003.Agnes Gonxha Bojaxhiu nasceu numa família católica da comunidade albanesa do sul da antiga Iugoslávia. Foi educada numa escola pública e, ainda jovem, tornou-se solista no coro da igreja.Determinada a seguir sua vocação religiosa, Agnes ingressou na Congregação Mariana. Em setembro de 1928, ingressou na Casa das Irmãs de Nossa Senhora do Loreto, em Dublin, na Irlanda. De lá partiu para a cidade de Darjeeling, na Índia, onde as irmãs de Loreto tinham um colégio, em 1931. Lá fez noviciado e finalmente fez os votos de obediência, pobreza e castidade, tomando o nome de Teresa.De Darjeeling, Teresa partiu para Calcutá, onde viveu como religiosa e foi professora de história e geografia no Colégio Santa Maria, único colégio católico para meninas ricas da cidade de Calcutá. O contraste com a pobreza à sua volta era muito grande. Em maio de 1937, Teresa fez a profissão perpétua.A revelação ocorreu em setembro de 1946, durante uma viagem de trem. Madre Teresa ouviu um chamado interior que a incitou a abandonar o convento de Loreto, em Calcutá, e passar a viver entre os pobres. Em 1948, autorizada pelo Papa Pio XII, Teresa foi "viver só, fora do claustro, tendo Deus como único protetor e guia, no meio dos mais pobres de Calcutá". Em dezembro do mesmo ano, conseguiu a nacionalidade indiana.Teresa passou a usar um traje indiano, um sári branco com debruns azuis e uma pequena cruz no ombro. Pedindo ajuda nas ruas, auxiliava pobres, doentes e famintos. Pouco a pouco, foi angariando adeptas para sua causa entre as antigas alunas.
Não é o que você faz, mas quanto amor você dedica no que faz que realmente importa.
Em 1950, fundou uma congregação de religiosas.Madre Teresa fundou casas religiosas por toda a Índia e, depois, no exterior. Seu trabalho obteve grande repercussão. O Papa João Paulo II cedeu uma casa, ao lado da Santa Sé, para recolhimento dos pobres, a casa "Dom de Maria".Em 1979, Madre Teresa recebeu o prêmio Nobel da Paz, pelos serviços prestados à humanidade. Depois de dedicar toda uma vida aos pobres, Madre Teresa de Calcutá morreu aos 87 anos, de parada cardíaca.Em outubro de 2003 foi beatificada pelo Papa João Paulo 2o.

Educadora da PAZ


Religiosa brasileira -Irmã Dulce
26/05/1914, Salvador, (BA)13/03/1992, Salvador, (BA)
Irmã Dulce: A minha política é a do amor ao próximo
Irmã Dulce, que ao nascer recebeu o nome de Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, era filha do dentista Augusto Lopes Pontes e de Dulce Maria de Souza Brito Lopes Pontes.Aos 13 anos, depois de visitar áreas carentes, acompanhada por uma tia, ela começou a manifestar o desejo de se dedicar à vida religiosa.Com o consentimento da família e o apoio da irmã Dulcinha, foi transformando a casa da família num centro de atendimento a pessoas necessitadas. Em 8 de fevereiro de 1933, logo após se formar professora, Maria Rita entrou para a Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, na cidade de São Cristóvão, em Sergipe. Em 15 de agosto de 1934, aos 20 anos de idade, foi ordenada freira, recebendo o nome de Irmã Dulce, em homenagem à sua mãe. Sua primeira missão como freira foi ensinar em um colégio mantido pela sua congregação, na Cidade Baixa, em Salvador, região onde também dava assistência às comunidades pobres e onde viria a concentrar as principais atividades das Obras Sociais Irmã Dulce. Em 1936, ela fundou a União Operária São Francisco. No ano seguinte, junto com Frei Hildebrando Kruthaup, abriu o Círculo Operário da Bahia, mantido com a arrecadação de três cinemas que ambos haviam construído através de doações. Em maio de 1939, irmã Dulce inaugurou o Colégio Santo Antônio, voltado para os operários e seus filhos.No mesmo ano, por necessidade, Irmã Dulce invadiu cinco casas na Ilha dos Ratos, para abrigar doentes que recolhia nas ruas. Mas foi expulsa do lugar e teve que peregrinar durante uma década, instalando os doentes em vários lugares, até transformar em albergue o galinheiro do Convento Santo Antônio, que mais tarde deu origem ao Hospital Santo Antônio, centro de um complexo médico, social e educacional que continua atendendo aos pobres. Considerada um "Anjo bom" pelo povo baiano, recebeu também o apoio de pessoas de outros estados brasileiros e de personalidades internacionais. Mesmo com a saúde frágil, ela construiu e manteve uma das maiores e mais respeitadas instituições filantrópicas do país.Em 1988, irmã Dulce foi indicada pelo então presidente José Sarney, com o apoio da rainha Silvia da Suécia, para o Prêmio Nobel da Paz. Oito anos antes, no dia 7 de julho de 1980, Irmã Dulce ouviu do Papa João Paulo 2o, na sua primeira visita ao país, o incentivo para prosseguir com a sua obra.Os dois voltariam a se encontrar em 20 de outubro de 1991, na segunda visita do Papa ao Brasil, quando João Paulo 2o fez questão de ir ao Convento Santo Antônio visitar Irmã Dulce, já bastante enferma. Cinco meses depois, no dia 13 de março de 1992, Irmã Dulce morreu, pouco antes de completar 78 anos. No ano 2000 foi distinguida pelo papa João Paulo 2o com o título de Serva de Deus. O processo de beatificação de irmã Dulce está tramitando na Congregação das Causas dos Santos do Vaticano. Foi beatificada em 22 de maio de 2011.

Fonte: uol educação

Educadores da PAZ


"Solidariedade, amigos, não se agradece, comemora-se."


Herbert José de Souza, o Betinho, nasceu em 3 de novembro de 1935, em Minas Gerais, região montanhosa no interior do Brasil cujos habitantes são conhecidos por sua mansidão, pelo jeito calmo e sutil. "É um mineiro", diz-se das pessoas equilibradas, que dificilmente se exaltam ou assumem posições contundentes. Isso talvez ajude a explicar por que Betinho, assumindo integralmente as mais radicais utopias de transformação social, fazendo da sua própria vida uma bandeira costurada de bandeiras universais, sempre trabalhou no sentido de congregação, da união.

Com o golpe de 64, passou a atuar na resistência contra a ditadura militar, dirigindo organizações de cunho democrático no combate ao regime que se instalava. No começo da década de 70, foi para o exílio.

Com o crescimento dos movimentos pela democratização dos meios de comunicação no Brasil, seu nome tornou-se um dos símbolos da campanha pela anistia. Em 1979, retornou ao país e envolveu-se inteiramente nas lutas sociais e políticas, sempre se propondo a ampliar a democracia e a justiça social. No início dos anos 80, ajudou a fundar o ISER - Instituto de Estudos da Religião -, presidiu a Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS - ABIA, fundada, em 1986 e uma das primeiras e mais influentes instituições do País, preocupada com a organização da defesa dos direitos das pessoas portadoras do HIV ou doentes com aids. A sua luta pelo direito à vida aos portadores do HIV/AIDS não foi apenas pessoal, mas contextualizou-se em um nível mais amplo e elevado, o da defesa da dignidade humana. Além disso, dedicou-se à Coordenação-Geral do IBASE - Instituto Brasileiro de Análises Sócio-Econômicas -, cargo ocupado até os últimos dias, com firme resistência física e brilhante lucidez e consciência da realidade brasileira, cuja perversidade - exclusão social, concentração de renda e controle político - nunca deixou de denunciar. O Ibase é uma entidade governamental e tem como objetivo principal democratizar a informação acerca das realidades econômicas, políticas e sociais no Brasil.

A natureza não foi benevolente com o cidadão Betinho. Hemofílico, contraiu a aids em uma das inúmeras transfusões de sangue a que era obrigado a se submeter. Por essa mesma condição genética, em 1988, em um intervalo de três meses, Betinho perdeu dois irmãos.

Morreu aos 61 anos, em 9 de agosto de 1997, em sua casa, no bairro do Botafogo, no Rio de Janeiro, com 61 anos de idade, vítima da hepatite C.
O jovem não é o amanhã, ele é o agora.
Liderou, em 1992, o Movimento Pela Ética na Política, que culminou com o impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello, em setembro do mesmo ano. Terminada a batalha do impeachment, Betinho dedicou-se à Ação da Cidadania contra a Miséria e Pela Vida. A campanha contra a fome ganhou as ruas em 1993 e chegou ao final daquele ano com total aprovação da sociedade - 96% de concordância, segundo o Ibope. Sua figura humana adquiriu, então, notoriedade definitiva como o incansável Coordenador da "Ação pela Cidadania contra a Fome e a Miséria", que pretendia ir além de um movimento social de caráter assistencialista, para aglutinar outros movimentos e iniciativas individuais e comunitárias em todo o País.
Só a participação cidadã é capaz de mudar o país.

No ano de 1994, lançou a Campanha "Natal sem Fome", que arrecadou, no primeiro ano, 600 toneladas de alimentos. Em agosto do mesmo ano, fez um pronunciamento na ONU, na reunião preparatória para a Conferência Mundial sobre o Desenvolvimento Social. Houve, ainda, dois momentos marcantes: a Caminhada pela Paz do Movimento Reage Rio, em novembro de 1995.

Fonte aids.gov.br/betinho/perfil/html

Educadores da PAZ


“Devemos ser a mudança que queremos ver no mundo". Essa frase do indiano Mahatma Gandhi expressa com bastante precisão um dos grandes desafios da sustentabilidade: a transformação no dia-a-dia.

Mohandas Karamchand Ghandi foi um líder espiritual e pacifista indiano. Nasceu na cidade indiana de Bombaim, no ano de 1869.

Durante a infância e adolescência foi educado na Índia. Quando adulto foi estudar em Londres (Inglaterra), onde cursou direito, formando-se advogado. Ao retornar para a terra natal, tornou-se membro do Supremo Tribunal de Bombaim.

Em 1893 mudou-se para a África do Sul para trabalhar como advogado. Atuou em defesa da minoria hindu que vivia neste país africano, lutando pelos direitos iguais.

Ideais defendidos

Em 1914 retornou para a Índia, onde começou uma campanha pela paz entre hindus e muçulmanos, que viviam em conflito.

Atuou também contra o domínio britânico na Índia. Gandhi defendia a criação de um estado autônomo na Índia. Em função destas posições foi preso várias vezes pelos britânicos.

Gandhi era contra a violência, defendendo as formas pacíficas de protesto como, por exemplo, greves, passeatas, retiros espirituais e jejuns.
A minha vida é um Todo indivisível, e todos os meus atos convergem uns nos outros; e todos eles nascem do insaciável amor que tenho para com toda a humanidade.

Foi uma das principais figuras no processo de independência da Índia. Obteve bons resultados na pacificação entre muçulmanos e hindus. Porém, em 1948, foi assassinado em Nova Délhi por um extremista hindu. Passou a ser chamado de Mahatma (em sânscrito “grande alma”) Gandhi. Fonte sua pesquisa.com

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

As vestes nas religiões

A religião une as pessoas através das crenças, doutrina e ritos. A religião consegue uma certa unidade por meios simbólicos, usando roupas especiais, arquitetura, canto, dança e fórmulas verbais para aumentar sentimentos comunais. A sua aparência, consequentemente, em certas ocasiões, é importante e identifica o fiel.
Islamismo




Budismo e Hinduismo




Umbanda e Candomblé




Judaismo





Cristianismo






















A religião une as pessoas através das crenças, doutrina e ritos.
A religião consegue uma certa unidade por meios simbólicos, usando roupas especiais, arquitetura, canto, dança e fórmulas verbais para aumentar sentimentos comunais. A sua aparência, consequentemente, em certas ocasiões, é importante e identifica o fiel.




































































Turmas 11 A 11B 11C 2009