terça-feira, 20 de abril de 2010

Dia do Livro - 18 de abril



Feira do Livro
Faixa etária
4 e 5 anos
Conteúdo
Linguagem oral, leitura e escrita
Objetivos
• Formar comunidade de leitores.
• Estimular a formação de leitores e escritores desde a Educação Infantil.
• Investir na produção e no compartilhamento de resenhas.

Tempo estimado
Dois meses.

Materiais necessários
Um bom acervo literário, bem ilustrado e com vocabulário rico.

Organização da sala
Nos momentos de leitur a, coloque as crianças em roda. Na hora da escrita, faça agrupamentos de quatro.

Desenvolvimento

• 1ª ETAPA
Selecione os títulos adequados , com tramas interessantes e evitando os que têm vocabulário infantilizado. Apresente catálogos de editoras de obras infantis. Compartilhe algumas resenhas com a classe e converse sobre elas. Mesmo com o texto curto, é possível saber do que ele trata? Ele conta toda a história?

• 2ª ETAPA
Proponha fazer uma feira de livros, na qual todos terão de indicar alguns para que os visitantes se interessem e leiam. Ensine a diferença entre ler e contar. Para que as crianças se familiarizem com a linguagem escrita, leia sem acrescentar nem omitir nada. Na hora de contar uma história, mostre como a linguagem é mais coloquial e que detalhes são desnecessários no relato. Decida com a garotada os títulos favoritos para fazer as resenhas e como eles serão divulgados: em forma de painel, fôlder ou varal.

• 3ª ETAPA
Para fazer as resenhas, os pequenos precisam conhecer os livros e gostar deles. Divida a turma em grupos, colocando pelo menos um participante mais experiente para ser o escriba. Peça que todos ditem o que querem comunicar. Essa será a base do trabalho. Lembre-os de que não se trata de reconto e questione a melhor forma de escrever para deixar as pessoas com vontade de ler.

• 4ª ETAPA
Faça uma revisão coletiva de todos os textos produzidos. Chame a atenção para a repetição de palavras e para as marcas da oralidade (como aí, né e daí). Apresente as referências dos catálogos para comparação. Depois de revisadas, as produções devem ser passadas a limpo e ilustradas.

Produto final

• Feira do livro
Monte as mesas com as publicações e decida com a turma a ordem de quem falará. É interessante que todos participem, por isso faça o rodízio.

Avaliação
Observe o envolvimento do grupo e veja se os textos apresentam as características próprias do gênero trabalhado.
Fonte Revista Nova Escola.
Culminar com o dia do livro é uma dica bem criativa.

Atividades permanentes de leitura
São situações didáticas propostas com regularidade e voltadas para a formação de atitude favorável à leitura. Um exemplo desse tipo de atividade é a Hora de... (histórias, curiosidades científicas, notícias, etc.). Os alunos escolhem o que desejam ler, levam o material para casa por um tempo e se revezam para fazer a leitura em voz alta na classe. Dependendo da extensão dos textos e do que demandam em termos de preparo, a atividade pode se realizar semanalmente ou quinzenalmente, por um ou mais alunos a cada vez. Quando for pertinente, pode incluir também uma breve caracterização da obra do autor ou curiosidades sobre sua vida.
Outro exemplo é o que se pode chamar Roda de Leitores: periodicamente, os alunos tomam emprestado um livro (do acervo de classe ou da biblioteca da escola) para ler em casa. No dia combinado, uma parte deles relata suas impressões, comenta o que gostou ou não, o que pensou, sugere outros títulos do mesmo autor ou conta uma pequena parte da história para “vender”, aos colegas, o livro que o entusiasmou.


Leitura feita pelo professor
Além das atividades de leitura realizadas pelos alunos e coordenadas pelo professor, há as que podem ser realizadas basicamente pelo professor. É o caso da leitura compartilhada de livros em capítulos, que possibilita aos alunos o acesso a textos bastante longos (e às vezes difíceis) que, por sua qualidade e beleza, podem vir a encantá-los, ainda que nem sempre sejam capazes de lê-los sozinhos.
A leitura em voz alta feita pelo professor não é uma prática muito comum na escola. E, quanto mais avançam as séries, mais incomum se torna, o que não deveria acontecer, pois, muitas vezes, são os alunos maiores que mais precisam de bons modelos de leitores.


Na escola, uma prática de leitura intensa é necessária por muitas razões. Ela pode:
• Ampliar a visão de mundo e inserir o leitor na cultura letrada.
• Estimular o desejo de outras leituras.
• Possibilitar a vivência de emoções e o exercício da fantasia e da imaginação.
• Permitir a compreensão do funcionamento comunicativo da escrita: escreve-se um texto para ser lido.
• Expandir o conhecimento a respeito da própria leitura.
• Aproximar o leitor dos textos e os tornar familiares — condição para leitura fluente e para produção de textos.
• Possibilitar produções orais, escritas e em outras linguagens.
• Informar como escrever e sugerir sobre o que escrever.
• Ensinar a estudar.
• Possibilitar ao leitor compreender a relação que existe entre a fala e a escrita.
• Favorecer a estabilização de formas ortográficas.
Uma prática intensa de leitura na escola é, sobretudo, necessária, porque ler ensina a ler e a escrever.



Prática de produção de textos
O trabalho com produção de textos tem como finalidade formar escritores competentes capazes de produzir textos coerentes, coesos e eficazes.
Um escritor competente é alguém que, ao produzir um discurso, conhecendo possibilidades que estão postas culturalmente, sabe selecionar o gênero no qual seu discurso se realizará, escolhendo aquele que for apropriado a seus objetivos e à circunstância enunciativa em questão. Exemplos: se o que deseja é convencer o leitor, o escritor competente selecionará um gênero que lhe possibilite a produção de um texto predominantemente argumentativo; se é fazer uma solicitação a determinada autoridade, provavelmente redigirá um ofício; se é enviar notícias a familiares, escreverá uma carta. Um escritor competente é alguém que planeja o discurso e, conseqüentemente, o texto em função do seu objetivo e do leitor a que se destina, sem desconsiderar as características específicas do gênero. É alguém que sabe elaborar um resumo ou tomar notas durante uma exposição oral; que sabe esquematizar suas anotações para estudar um assunto; que sabe expressar por escrito seus sentimentos, suas experiências ou opiniões.

Fonte: Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa/Secretaria de Educação Fundamental – Brasília: 1997, p. 58 a 65





domingo, 4 de abril de 2010

Dia 18 de abril- Dia do Livro Infantil

José Bento Monteiro Lobato foi um grande

escritor brasileiro. Ele nasceu em Taubaté, cidade do Estado de São Paulo, no dia 18 de abril de 1822; por isso, nessa data, comemora-se o Dia do Livro.
Monteiro Lobato escreveu muitos livros para crianças e adultos.
Sua obra mais conhecida são as aventuras do Sítio do Pica-pau Amarelo, vividas pelos personagens Dona Benta, Tia Nastácia, Emília, Narizinho, Pedrinho, Visconde de Sabugosa e Marquês de Rabicó.

Um pouco mais sobre a história do autor e suas obras:

Monteiro Lobato foi escritor e jornalista. Nasceu em Taubaté, São Paulo, em 1882, e morreu na capital de São Paulo, em 04/ 07/ 1948. Seu nome completo era José Bento Monteiro Lobato.Seus estudos preliminares foram realizados em Taubaté, matriculando-se depois na Faculdade de Direito de São Paulo, pela qual se bacharelou em 1904. Ingressando depois no Ministério Público, foi promotor público durante sete anos. Deixando a promotoria, estabaleceu-se como fazendeiro em Buquira. Nessa época começa a publicar os seus primeiros contos no jornal "O Estado de São Paulo". Seu livro Urupês foi publicado em 1918. Nesse livro estava o personagem de sua criação que se tornaria imortal : o Jeca Tatu. Fundou a Editora Monteiro Lobaro, a qual, prém não conseguiu prosperar. O Escritor passou entaõ a dedicar se a literatura infantil, podendo ser considerado o criador desse gênero no Brasil. Esteve nos Estados Unidos de 1926 a 1931, na função de adido comercial. Quando de lá regressou, publicou o livro América, contendo suas impressões. Entusiasmado com o progresso industrial norte americano, o escritor iniciou uma campanha para a produção de aço e petróleo brasileiro, o que lhe valeu a prisão. Pelo muito que fez a nossa literatura, consagrou se lhe o dia do livro. Sua obra compreende 30 volumes, sendo 13 assuntos gerais e 17 de literatutra infantil. Especialmente na literatura infantil, Monteiro Lobato conseguiu criar um mundo novo, repleto de personagens simpáticos que se tornam amigos da criança por toda a vida. Criou tipos que se tornaram célebres como Dona Benta, Pedrinho, Narizinho, Visconde de Sabugosa, Emília e outros. De sua vasta obra, são mais conheidos os livros: Urupês, a Barca de Gleyre, Caçadas de Pedrinho, Emília no País da Gramática, Geografia de Dona Benta, O Saci e Viagem ao Céu.


quinta-feira, 1 de abril de 2010

Visão sábia




"Felizmente há palavras para tudo.
Felizmente que existem algumas
que não se esquecerão de recomendar
que quem dá
deve dar com as duas mãos
para que em nenhuma delas fique
o que a outras deveria pertencer."
Saramago

Turmas 11 A 11B 11C 2009